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Os princípios da abordagem Reggio Emilia

A abordagem Reggio Emilia se baseia nas potencialidades de cada criança e na cooperação com a comunidade. Conheça os pilares dessa filosofia educacional.

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Tempo de leitura: 9 min
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A valorização e o desenvolvimento das potencialidades de cada criança é a proposta da abordagem Reggio Emilia, que coloca o estudante no centro do processo de ensino e aprendizagem.

A filosofia educacional defende que toda criança é um sujeito de direitos que aprende e cresce ao se relacionar com os outros. Ela se desenvolve por meio de experiências diárias, contato com diferentes pontos de vistas e mobilização de pensamentos e emoções.

A expressividade e a criatividade são trabalhadas a partir da união de três educadores: professores, família e ambiente. Essa perspectiva é reconhecida no meio educacional do mundo todo, por ser considerada um meio de inovar na Educação Infantil.

A seguir, você vai conhecer os princípios norteadores da abordagem Reggio Emilia, além de descobrir formas de aplicar essa filosofia em sala de aula.

Confira:

  1. A história da abordagem Reggio Emilia
    1.1 As cem linguagens da criança, de Loris Malaguzzi
  2. Os 7 princípios da abordagem Reggio Emilia
    2.1 A criança como protagonista
    2.2 O professor como guia e aprendiz
    2.3 A arte como linguagem expressiva
    2.4 A cooperação como base do sistema educacional
    2.5 O ambiente como o terceiro professor
    2.6 Pais como parceiros no processo de ensino e aprendizagem
    2.7 A importância da documentação pedagógica
  3. A abordagem Reggio Emilia e a BNCC da Educação Infantil
  4. Como trabalhar a abordagem Reggio Emilia na Educação Infantil

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A história da abordagem Reggio Emilia

Tudo começou em 1947, em um vilarejo do norte da Itália destruído pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, Villa Cella – localizada na comuna de Reggio Emilia, que dá nome à abordagem pedagógica.

A comunidade se uniu para reconstruir a escola da região, que receberia o nome “25 Aprille” (“25 de abril, em português). Era uma referência à data que marcou o fim da ditadura fascista na Itália.

Para conseguir os fundos para a construção, foram vendidos um tanque de guerra, seis cavalos e três caminhões deixados pelos alemães. A gestão da escola seria feita pelos pais dos estudantes, em parceria com a União das Mulheres Italianas (UDI, na sigla em italiano), que já administravam mais de 60 pré-escolas em Reggio Emilia.

Construção de escola em Reggio Emilia, feita pela própria comunidade. Créditos: Divulgação/Reggio Children.Construção de escola em Reggio Emilia, feita pela própria comunidade. Divulgação/Reggio Children.

A notícia da iniciativa se espalhou pela comuna e chamou a atenção de um jovem pedagogo, Loris Malaguzzi (1920-1994). Ele tinha como referenciais teóricos os trabalhos de Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896-1934), John Dewey (1859-1952) e Maria Montessori (1870-1952), que o levaram a desenvolver uma abordagem que coloca a criança no centro do processo pedagógico.

Malaguzzi atuou por 7 anos na escola 25 Aprille. Esta passaria a ser administrada pelo município de Reggio Emilia em 1967, que manteria a abordagem educacional que tornou a região conhecida pelo país.

Em 1991, a abordagem Reggio Emilia se tornou uma referência mundial em Educação Infantil graças a uma reportagem da Newsweek, que incluiu uma pré-escola da comuna, a Escola Diana, entre as dez melhores do mundo.

Três anos depois foi fundada a Reggio Children, um centro internacional de pesquisa e defesa dos direitos das crianças. Hoje a rede conta com 13 creches e 21 pré-escolas na Itália, além de promover a formação de educadores em 34 países, incluindo o Brasil.

As cem linguagens da criança, de Loris Malaguzzi

O nome de Malaguzzi se tornou sinônimo da abordagem Reggio Emilia. O poema “As Cem Linguagens da Criança”, escrito pelo pedagogo, foi escolhido como um manifesto da filosofia educacional.

Confira a tradução para o português:

A criança é feita de cem.
A criança tem cem mãos, cem pensamentos, cem modos de pensar, de jogar e de falar.
Cem, sempre cem modos de escutar as maravilhas de amar.
Cem alegrias para cantar e compreender.
Cem mundos para descobrir.
Cem mundos para inventar.
Cem mundos para sonhar.
A criança tem cem linguagens (e depois, cem, cem, cem), mas roubaram-lhe noventa e nove.
A escola e a cultura separam-lhe a cabeça do corpo.
Dizem-lhe: de pensar sem as mãos, de fazer sem a cabeça, de escutar e de não falar,
De compreender sem alegrias, de amar e maravilhar-se só na Páscoa e no Natal.
Dizem-lhe: de descobrir o mundo que já existe e, de cem, roubaram-lhe noventa e nove.
Dizem-lhe: que o jogo e o trabalho, a realidade e a fantasia, a ciência e a imaginação,
O céu e a terra, a razão e o sonho, são coisas que não estão juntas.
Dizem-lhe: que as cem não existem.
A criança diz: ao contrário, as cem existem.

Loris Malaguzzi. Créditos: Divulgação/Reggio Children.Loris Malaguzzi. Divulgação/Reggio Children.

Os 7 princípios da abordagem Reggio Emilia

Os princípios da abordagem Reggio Emilia detalham a ideia de que o aprendizado pode acontecer de outras maneiras além da mecânica, adquirindo um caráter mais dinâmico e criativo. O conhecimento deveria ser construído em conjunto e não retido pelos estudantes.

Conheça cada um deles:

1. A criança como protagonista

A criança é a protagonista de todo o processo de ensino e aprendizagem, adquirindo uma postura ativa. Ela deve explorar todas as suas potencialidades a partir de linguagens que vão além da codificada, como as pictóricas, expressivas e manipulativas (modelos e maquetes). O movimento do corpo deve ser incluído ao processo, ao possibilitar o manejo de objetos e ferramentas multimídia.

É com as descobertas sensoriais que o conhecimento é construído. A experimentação empodera os pequenos, que sentem-se estimulados a explorar o mundo por meio das linguagens.

2. O professor como guia e aprendiz

Os professores também são aprendizes na abordagem Reggio Emilia. Eles devem praticar uma pedagogia da escuta, ou seja, ouvir as crianças da forma como elas gostariam de serem ouvidas. Todas as suas linguagens devem ser consideradas, das palavras às ações.

É a partir da escuta que o educador estabelece e aprimora o método de ensino, que deve garantir a aprendizagem ao mesmo tempo que respeita as particularidades de cada estudante.

O professor precisa promover a aprendizagem nos aspectos:

  • Cognitivo;
  • Afetivo;
  • Social;
  • Interacional.

Na perspectiva reggiana, o ideal é que cada turma conte com pelo menos dois professores, o que facilita a observação e a escuta.

>>> Qual o papel do professor na reinvenção da educação? Estes 4 educadores respondem

3. A arte como linguagem expressiva

A arte possibilita a experimentação, fundamental para a criança formular hipóteses e estabelecer relações entre objeto e conhecimento.

Na abordagem Reggio Emilia, as artes são trabalhadas em um ambiente educativo chamado de ateliê, onde são realizadas atividades como pintura, música e contação de histórias. Elas são indicadas como aliadas da aprendizagem significativa.

O profissional responsável por esse ambiente é o atelierista. Ele deve guiar os pequenos na manipulação dos materiais, apresentar novas vivências estéticas e documentar as experiências de cada estudante. Seu trabalho deve complementar o dos professores em sala.

>>> A importância do acolhimento na Educação Infantil

4. A cooperação como base do sistema educacional

A abordagem Reggio Emilia defende a ideia da “escola sem muro”, em que a comunidade contribui ativamente na construção de um processo de ensino e aprendizagem que considere as potencialidades dos estudantes.

Professores, educadores, gestores, familiares e comunidade escolar como um todo devem trabalhar juntos pelo desenvolvimento pleno das crianças.

5. O ambiente como o terceiro professor

Quando falamos em ambiente, estamos nos referindo a todo espaço físico da escola e à casa da criança. Esses lugares devem estimulá-la a explorá-los com liberdade e segurança.

Loris Magaluzzi dizia que o ambiente tem o poder de iniciar todo tipo de aprendizado social, afetivo e cognitivo, além de promover relacionamentos agradáveis entre pessoas de diferentes idades. Isso gera uma sensação de bem-estar, pertencimento e segurança nos estudantes.

Escolas que seguem a filosofia reggiana compartilham alguns parâmetros nos projetos arquitetônicos, como:

  • Uso de tetos e paredes como espaço de exposição e documentação dos trabalhos artísticos feitos pela turma;
  • Aproveitamento da luz natural para estimular a curiosidade e a criatividade dos pequenos;
  • Mobiliário planejado para dar flexibilidade aos interiores, permitindo que as crianças modifiquem o espaço;
  • Jardins ou praças centrais como ponto de encontro dos diferentes ambientes da escola, como salas de aula, ateliê, biblioteca, cozinha, refeitório e áreas administrativas;
  • Paredes de vidro para conectar jardins internos e externos, facilitar a incidência de luz natural e dar a sensação de comunidade;
  • Espelhos de banheiro recortados em diferentes formatos;
  • Salas menores estrategicamente posicionadas para serem usadas por crianças que sentirem a necessidade de ter um refúgio.

6. Pais como parceiros no processo de ensino e aprendizagem

A família deve atuar como parceira da escola, independentemente da composição. Ela colabora com o processo por ser o primeiro vínculo de aprendizagem da criança.

Isso significa participar de reuniões com professores e pedagogos, contribuir com as políticas escolares, acompanhar os encontros do conselho escolar e ajudar no planejamento do percurso pedagógico dos estudantes.

7. A importância da documentação pedagógica

A documentação é essencial na abordagem Reggio Emilia, já que ela possibilidade resgatar relatos que podem ser usados como base para outras experiências pedagógicas.

A documentação não deve ser usada para definir a trajetória do aprendizado, mas, sim, como instrumento de reflexão sobre a relação entre ensino e aprendizagem. Em outras palavras, ela deve ser vista como entendimento e valorização do processo e não apenas como uma prova do resultado.

>>> O que esperar da educação do futuro? Conheça os possíveis cenários

A abordagem Reggio Emilia e a BNCC da Educação Infantil

A filosofia reggiana dialoga com a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) da Educação Infantil já na definição de “criança” do documento:

“Sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.”

Outro ponto de conexão são os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil:

  1. Conviver com outras crianças e adultos utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro;
  2. Brincar cotidianamente de diferentes formas, em diferentes espaços e tempos, com crianças e adultos. Esse direito envolve diversificar o acesso a produções culturais, trabalhando assim a imaginação e a criatividade;
  3. Participar ativamente do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo professor, como na escolha de brincadeiras, materiais e ambientes;
  4. Explorar movimentos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, relacionamentos, histórias e elementos da natureza, na escola e fora dela;
  5. Expressar suas necessidades, emoções, dúvidas, descobertas e questionamentos por meio de diferentes linguagens;
  6. Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento.

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Também é possível relacionar os princípios da abordagem Reggio Emilia aos 5 campos de experiência da BNCC para a Educação Infantil:

1. O EU, O OUTRO E O NÓS

As crianças devem interagir entre si e com adultos para criar percepções sobre si mesmas e sobre os outros. A escola deve criar oportunidades de contato com diferentes culturas e grupos sociais, para o estudante ampliar sua percepção sobre o mundo e valorizar as diferenças.

2. CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS

É por meio do corpo que as crianças exploram o mundo ao seu redor. Por isso as escolas devem estimular os pequenos a experimentarem diferentes movimentos, gestos, olhares, sons e mímicas com o corpo.

3. TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS

A escola deve possibilitar que a criança interaja com diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas. É nessa interação que ela desenvolvera a sensibilidade, a criatividade e a expressão. Os estudantes também devem ser estimulados a criarem as próprias produções artísticas.

4. ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO

A escola deve promover experiências que permitam que as crianças falem e ouçam. Elas também devem ser estimuladas a se envolverem com a cultura escrita. Os pequenos devem conhecer as primeiras letras e desenvolverem uma escrita espontânea, entendendo que a escrita é um sistema de representação da língua.

O educador deve permitir o contato com a literatura infantil e apresentar os diferentes gêneros literários. Outra mediação importante envolve a diferenciação entre ilustração e escrita.

5. ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES

As crianças devem passar por experiências que possibilitem fazer observações, manipular objetos, levantar hipóteses e consultar fontes de informação para buscar respostas.

>>> Como deve ser a alfabetização segundo a BNCC

Como trabalhar a abordagem Reggio Emilia na Educação Infantil

Quem pensa em seguir a abordagem Reggio Emilia deve focar na formação continuada. Isso significa participar de congressos, acompanhar as últimas pesquisas na área de educação e fazer cursos, como os da Pós Educação Unisinos.

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Mas é possível se inspirar em experiências bem sucedidas de outros educadores e colocar algumas ideias em prática, olha só:

1. Leve sua turma para a cozinha da escola

Quem trabalha na preparação dos alimentos da merenda escolar também pode ser um educador na abordagem Reggio Emilia.

A ideia dessa atividade é o compartilhamento das experiências dos cozinheiros e cozinheiras, que podem explicar de onde vem os alimentos e como são preparados. As crianças não devem apenas observar, mas também manipular a comida.

2. Aposte em brinquedos não-estruturados

Se você dá aulas para meninos e meninas entre 3 e 6 anos de idade, disponibilize para eles brinquedos que possam ser montados e desmontados, como blocos de madeira. Materiais recicláveis também são ótimos para estimular a criatividade das crianças.

Permita que eles se sentem no chão, sobre um tapete, e explorem o espaço livremente.

3. Use o método da Aprendizagem Baseada em Projetos

Loris Malaguzzi defendia a combinação dos ateliês aos projetos, por ser uma metodologia que dava mais autonomia para os estudantes. Estes têm a possibilidade de explorar e formular hipóteses para alcançar um determinado objetivo.

Na Educação Infantil, é possível trabalhar com elementos da natureza, lançando perguntas simples sobre animais ou plantas. O professor deve ouvir atentamente as respostas de cada um dos estudantes e estimular o debate.


💡Quer saber mais sobre a abordagem Reggio Emilia? Confira as fontes consultadas e indicações de leitura da Pós Educação Unisinos:

  • BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
  • CADWELL, Louise; GANDINI, Lella; HILL, Lynn; SCHWALL, Charles. O papel do ateliê na Educação Infantil: a inspiração de Reggio Emilia. Trad. Clarice de Campos Bourscheid e Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Penso, 2019.
  • CENTRO DE REFERÊNCIAS EM EDUCAÇÃO INTEGRAL. Reggio Emilia: escolas feitas por professores, alunos e familiares. São Paulo, Centro de Referencias em Educação Integral, 25 jun. 2014. Disponível em <https://educacaointegral.org.br/experiencias/reggio-emilia-escolas-feitas-por-professores-alunos-familiares/>. Acesso em 31 ago. 2022.
  • CORRÊA, Vanisse; RAMOS, Celia Maria; YAMANOUCHI, Cintia. A abordagem Reggio Emilia na Educação Infantil. Coluna Planetário, Revista Contemporartes, Santo André, 19 mai. 2020. Disponível em <https://revistacontemporartes.com.br/2020/05/19/a-abordagem-reggio-emilia-na-educacao-infantil/>. Acesso em 31 ago. 2022.
  • GIUDICI, Claudia. Reggio Emilia: 5 perguntas para os criadores de uma das metodologias de ensino mais famosas do mundo. Entrevista concedida para Fundação Telefônica Vivo. São Paulo, Fundação Telefônica Vivo, 19 abr. 2017. Disponível em <https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/reggio-emilia-pedagogia>. Acesso em 31 ago. 2022.
  • EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança, volume 1: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Trad. Dayse Batista. Porto Alegre: Penso, 2015.
  • EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança, volume 2: a experiência de Reggio Emilia em transformação. Trad. Marcelo de Abreu Almeida. Porto Alegre: Penso, 2015.
  • MIGLIANI, Audrey. A importância do ambiente na abordagem Reggio Emilia. ArchDaily, São Paulo, 25 jul. 2020. Disponível em <https://www.archdaily.com.br/br/943136/a-importancia-do-ambiente-na-abordagem-reggio-emilia>. Acesso em 31 ago. 2022.
  • REGGIO CHILDREN. As cem linguagens em mini-histórias contadas por professores e crianças de Reggio Emilia. Trad. Guilherme Adami. Porto Alegre: Penso, 2020.
  • REGGIO CHILDREN. Reggio Emilia Approach. Reggio Emilia, Reggio Children, mar. 2020. Disponível em <https://www.reggiochildren.it/en/reggio-emilia-approach>. Acesso em 31 ago. 2022.
  • UNIVESP. As Escolas de Educação Infantil de Reggio Emilia, Itália. São Paulo: Univesp, 2013. 1 vídeo (27 min.). Disponível em <https://youtu.be/4j8mtA_iDss>. Acesso em 31 ago. 2022.

Sobre o autor

Olívia Baldissera

Jornalista e historiadora. É analista de conteúdo da Pós Educação Unisinos

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